Véi
do
Blogue
Música. Cinema. Cultura Pop.
Fora da faixa desde sempre.
Um balaio de reflexões afiadas onde nada combina e tudo faz sentido.
O metal extremo cruza com a música brega. O cinema de autor encosta na Boca do Lixo. O thrash metal divide espaço com o ocultismo de Crowley. A crítica cultural convive com a crônica pessoal. Aqui não tem normal. Só arte estranha, boa e necessária e às vezes as três coisas ao mesmo tempo.
O Véi do Blogue existe porque o mundo já tem conteúdo demais e contradição de menos.
Não sou guru, nem influencer.
Me chamo Daniel e acho legal te fazer pensar ou desistir de vez. Assisto de cinema iraniano a blockbusters de ação, sempre com minha querida cúmplice. No meu som, Napalm Death, Falcão e King Crimson convivem com Gal Costa e Erasure sem pedir licença nem se desculpar.
Já fui rotulado de tudo: cult, cringe, hipster, rockeiro e até reacionário. Aceito todos. A régua moral ficou na gaveta. Toda opinião tem o direito de estar errada inclusive a minha.
“Escrevo aqui pra pensar em voz alta. Ninguém pediu. Mas eu escrevo mesmo assim.”
o véioTalvez…
O espaço onde a dúvida tem endereço.
Entre um riff pesado e uma resenha de cinema, sempre houve espaço na estante para o impossível. Extraterrestres, misticismo, ocultismo, conspirações, profetas não como verdade revelada, mas como literatura do extraordinário. Como o “e se?” levado às últimas consequências.
“Eu não duvido de nada! Se algum dia essa caneca me disser ‘Bom dia, Jô’, eu respondo: ‘Bom dia, caneca!'”
Jô Soares (e o espírito desta seção)Não espere um crente fervoroso nem um cético chato. Sou o cara que quer ouvir a história, analisar os fatos e se divertir com a imensidão do desconhecido. Se o cosmos resolver bater na porta hoje à noite, não vou chamar o hospício. Vou dizer apenas: “Pode entrar, senta aí e me conta a sua história.”
manda um sinal de fumaça
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