As Maiores Tretas do Rock: Oasis, Pixies, Beatles e os Bastidores do Caos

Olha, vamos combinar uma coisa: se tem algo que o rock’n’roll faz melhor que música, é treta. E não estou falando dessas brigazinhas coreografadas de reality show, não. Estou falando de pau quebrando mesmo, gente que dividiu palco, gravou disco junto e depois passou décadas sem trocar uma palavra. Ou pior: trocando palavras afiadas pela imprensa, porque convenhamos, nada vende mais disco que um bom escândalo.

E antes que você ache que vou fazer aqui um textinho tipo “7 tretas que vão CHOCAR você” — aquelas listinhas que parecem saídas de manual de copywriter, sabe? Tudo mastigadinho, com subtítulo colorido a cada três parágrafos pra ninguém cansar a vista. Não. Aqui a gente vai destrinchar isso direito, com tempo, porque treta boa merece contexto. E contexto não cabe em infográfico.

Oasis: A briga dos irmãos Gallagher como modelo de negócios

Caricatura dos irmãos Gallagher em paródia inspirada no Oasis, com expressão de menino mimado e balão de quadrinho escrito ‘Também não brinco mais
Quando a banda acaba, mas a birra continua.

Vamos começar pelo óbvio: os irmãos Gallagher. Liam e Noel brigaram tanto, tão alto e por tanto tempo que a briga virou praticamente o produto principal da banda. Sério, em determinado momento você não sabia se comprava ingresso do Oasis pra ouvir “Wonderwall” ou pra ver se dessa vez ia rolar porrada no palco.

E olha, preciso ser honesto aqui: nunca entendi o hype todo. O Oasis me parece uma versão esnobe e inflada do que os Beatles fizeram com muito mais talento e zero da prepotência. Aquele drive melódico enjoado do Noel, aqueles berros do Liam que mais parecem alguém tentando imitar John Lennon depois de três doses de uísque vagabundo — é tudo tão… previsível. Britpop de terceira classe que se vende como se fosse a segunda vinda de Cristo.

Mas funciona, né? Porque a treta virou marketing. Cada entrevista era uma nova provocação. Cada show cancelado, uma manchete. E agora, depois de décadas se odiando publicamente, eis que anunciam reunião. Que surpresa. Que conveniente. Quase como se alguém tivesse calculado exatamente quando a nostalgia ia valer mais que o orgulho.

O marketing por trás da briga

A verdade? A briga entre Liam e Noel é genial. Não musicalmente — musicalmente é tudo muito mediano. Mas como estratégia de marca? Impecável. Eles transformaram disfunção familiar em commodity. Cada insulto público, cada declaração de “nunca mais vou falar com ele”, cada portão de camarim arremessado virou conteúdo. E conteúdo, meu amigo, é moeda corrente. Vende disco, vende ingresso, vende documentário, vende qualquer coisa que você conseguir enfiar o logo da banda.

Pixies: Quando a treta é silenciosa (mas dói mais)

Pixies: Quando a treta é silenciosa (mas dói mais)
A Banda Pixies e sua formação clássica no auge da carreira

Agora, se você quer falar de banda que eu realmente respeito, vamos aos Pixies. E olha que ironia: uma das minhas bandas favoritas também protagonizou uma das separações mais gélidas do rock alternativo.

Black Francis (ou Frank Black, ou Charles Thompson, sei lá como ele quer ser chamado hoje) simplesmente mandou um fax — um FAX, meu Deus, que coisa dos anos 90 — anunciando o fim da banda. Assim. Sem conversa. Kim Deal e os outros descobriram que estavam desempregados por telegrama moderno.

Não teve briga pública. Não teve barraco em entrevista. Teve um silêncio ensurdecedor e anos de ressentimento bem embalado. E sabe por quê? Porque os Pixies sempre foram sobre tensão. A música deles respira desconforto — aqueles acordes dissonantes, a voz do Black alternando entre sussurro e grito, o baixo sujo da Kim. É tudo meio torto, meio errado, e justamente por isso é PERFEITO.

Black Francis vs Kim Deal: O conflito criativo

A relação entre Black Francis e Kim Deal sempre foi complicada. Ele, o controlador criativo. Ela, a talentosa que ele nunca quis dividir os holofotes. Quando Kim começou a fazer sucesso com The Breeders, deve ter doído no ego dele. E quando se reuniram, lá por 2004, foi tudo muito profissional, muito “estamos aqui pelo dinheiro e pela música”, até que Kim saiu de novo em 2013. Surpresa de ninguém.

Mas veja bem: mesmo com toda essa tensão, os Pixies nunca venderam a briga. Nunca transformaram o conflito em manchete de tablóide. E talvez seja por isso que a música deles envelheceu tão bem. Não precisava do circo. A substância estava ali, naqueles três minutos de “Where Is My Mind?” ou na urgência raivosa de “Debaser”.

Tears for Fears: A separação elegante de Roland e Curt

Tears For Fears nos anos 80
Outra duplinha da pesada e suas tretas

Roland Orzabal e Curt Smith são a prova de que dá pra brigar feio e ainda assim manter a classe. Esses caras fizeram alguns dos discos mais importantes dos anos 80 — “Songs from the Big Chair” é obra-prima, ponto — e depois passaram uma década sem se falar.

O negócio é que diferente do piti adolescente do Oasis, a treta do Tears for Fears tinha camadas. Tinha diferenças criativas reais, pressão de gravadora, exaustão de turnê, aquele negócio todo de “eu quero ir pra um lado e você quer ir pra outro”. Quando lançaram “The Seeds of Love” em 1989, o disco estava brilhante mas a relação estava destroçada.

Curt saiu. Roland continuou usando o nome da banda solo. E aí tem um detalhe interessante: ninguém transformou isso em espetáculo. Não teve campanha de difamação. Não teve entrevista chorosa. Foi quase britânico demais na contenção — irônico, considerando que são britânicos.

Quando se reuniram nos anos 2000, foi genuíno. Você ouvia “Everybody Loves a Happy Ending” e sentia que tinha duas pessoas que realmente tinham amadurecido, processado a dor, e queriam fazer música de novo. Não era marketing. Era reconciliação de verdade. E olha, raras as vezes que isso acontece no rock.

Gosto muito desses caras exatamente por isso. Porque provam que dá pra ter conflito, dá pra separar, dá pra voltar, sem transformar tudo numa novela mexicana.

The Beatles: A separação e a mãe de todas as tretas do rock

E por falar em treta com substância, impossível não mencionar os Beatles. A separação mais famosa da história da música popular. E olha que interessante: todo mundo adora botar a culpa na Yoko Ono, mas a real é que aquilo já estava rachado antes dela aparecer.

John Lennon e Paul McCartney eram parceiros criativos geniais, mas também eram egos gigantescos num estúdio cada vez menor. George Harrison estava cansado de ser tratado como beatle de segunda categoria (e convenhamos, “All Things Must Pass” provou que o homem tinha talento de sobra sendo reprimido). Ringo, coitado, só queria tocar bateria e estava no meio do fogo cruzado.

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O fim dos Beatles: Ego, criatividade e ressentimento

O lance dos Beatles é que a treta deles foi devastadora justamente porque a música era grandiosa. Não era briguinha de quinta série. Eram artistas no auge da capacidade criativa se despedaçando porque não cabiam mais no mesmo espaço. “Let It Be” é literalmente o documentário de um divórcio. Você vê ali, quadro a quadro, a coisa desmoronando.

E depois? Décadas de farpas. Paul tentando reconciliar, John mandando indiretas ácidas em entrevistas e até em música (“How Do You Sleep?” é um tiro certeiro no Paul). Processos judiciais. Ressentimentos. Até que John morreu e ninguém teve mais chance de consertar nada.

Isso não é marketing. Isso é tragédia.

A treta como commodity: Quando o conflito vende mais que a música

Aqui vai a parte cínica: a indústria da música aprendeu que conflito vende. Vende disco, vende ingresso, vende clique, vende documentário na Netflix. E quanto mais as bandas entenderam isso, mais a autenticidade virou commodity.

Hoje, metade dessas “tretas” você fica se perguntando se não foi o empresário que sugeriu. Porque olha, que conveniente anunciar turnê de reunião bem quando a banda precisa pagar pensão alimentícia, né? Que oportuno dar aquela entrevista polêmica justo quando o disco novo está pra sair.

E o pior: funciona. A gente cai. A gente clica. A gente compra ingresso pra ver se dessa vez o irmão vai realmente socar o outro no palco.

Só que tem diferença entre autenticidade e teatro. Entre dor real e performance. Os Beatles se separaram porque não conseguiam mais estar juntos. Os Pixies terminaram porque a tensão criativa virou insustentável. Até os Tears for Fears precisaram de distância porque a parceria tinha esgotado.

O Oasis? Bem, o Oasis sempre soube fazer barulho.

Outras brigas icônicas do rock que você precisa conhecer

Seria injusto falar de treta no rock e não mencionar rapidinho algumas outras que marcaram época:

Guns N’ Roses: Axl Rose sozinho é uma fábrica de conflitos. Tocou fora Slash, Izzy, Duff, basicamente todo mundo, e ficou anos desfilando com banda cover de si mesmo. A reunião de 2016 foi tipo “olha, meu terapeuta disse que precisamos conversar”.

The Smiths: Morrissey e Johnny Marr criaram hinos da melancolia britânica e depois passaram décadas demonstrando que nem todo reencontro precisa acontecer. Morrissey especialmente parece fazer questão de queimar qualquer ponte possível, frequentemente com declarações políticas questionáveis.

The Kinks: Os irmãos Davies brigavam tanto que chegaram a ser banidos de tocar nos EUA por dois anos por causa de comportamento violento. E continuaram fazendo discos clássicos enquanto se odiavam. Talento assim.

Simon & Garfunkel: Vozes angelicais, harmonias perfeitas, tensão palpável. Separaram, voltaram, separaram de novo. Paul Simon seguiu carreira brilhante solo. Art Garfunkel seguiu… bem, seguiu ressentido, aparentemente.

Fleetwood Mac: Merece menção especial porque conseguiram a proeza de gravar “Rumours”, um dos discos mais vendidos da história, enquanto TODOS os casais da banda estavam se divorciando simultaneamente. E ainda por cima escreveram músicas sobre isso. “Go Your Own Way” é basicamente Lindsey Buckingham cantando pro rosto de Stevie Nicks que acabou. Imagina o clima no estúdio.

The Replacements: Paul Westerberg e Bob Stinson tinham aquela química destrutiva clássica: um tentando manter algum profissionalismo, o outro determinado a implodir tudo. Bob foi demitido em 1986, e a banda nunca mais foi a mesma. Morreu de overdose anos depois. Tem treta que não tem final feliz.

Creedence Clearwater Revival: John Fogerty carregou a banda nas costas, compondo praticamente tudo, e depois passou décadas em guerra judicial com os ex-companheiros e a gravadora. Chegou ao ponto de se recusar a tocar as próprias músicas por questões de direitos autorais. É tipo divórcio onde ninguém quer a casa, mas ninguém deixa o outro ficar com ela.

Quando a mágoa vira combustível criativo

Aqui vai um ponto interessante que vale explorar: às vezes a treta não destrói a música — ela alimenta. Aquela tensão entre John e Paul nos últimos discos dos Beatles? Você OUVE. “Abbey Road” tem momentos de genialidade pura justamente porque cada um estava tentando provar que era melhor que o outro.

No Fleetwood Mac, “Rumours” não seria o mesmo disco se todo mundo estivesse feliz e de mãos dadas. A dor está na melodia, na letra, no jeito que Stevie e Lindsey cantam um pro outro sabendo que acabou mas tendo que fingir no palco que ainda funciona.

Até nos Pixies, aquela fricção entre Black Francis e Kim Deal gerava uma energia nervosa que você sentia em cada música. Não era confortável. Não era amigável. Mas era REAL, e essa realidade sangrava pras gravações.

O problema é quando a treta se torna maior que a música. Quando você está mais preocupado em alfinetar o ex-parceiro na próxima entrevista do que em compor. Quando o ressentimento vira a única coisa que sobra.

A era das reuniões calculadas: Nostalgia ou estratégia?

Vamos falar sobre o elefante na sala: essas reuniões todas que vêm acontecendo nos últimos anos. Rage Against the Machine, My Chemical Romance, o próprio Oasis agora. E olha, não vou ser hipócrita — compro ingresso, vou ver, me divirto. Mas vamos combinar que tem algo de cínico nisso tudo.

A fórmula é sempre a mesma: banda se separa em pé de guerra. Passam-se 10, 15, 20 anos. Alguém olha a conta bancária e percebe que aqueles royalties de streaming não pagam o padrão de vida de outrora. Aí vem o comunicado emocionado sobre “reencontrar a magia”, “fazer as pazes”, “dar aos fãs o que eles merecem”.

E pode ser sincero, viu? Pode ser que realmente amadureceram, fizeram terapia, perceberam que a vida é curta. Mas também pode ser que o empresário mostrou uma planilha do Excel com sete zeros e todo mundo concordou que certas mágoas podem ser superadas mediante depósito bancário.

O problema não é nem a questão do dinheiro em si — músico tem que ganhar a vida, é profissão como qualquer outra. O problema é quando vendem a reconciliação como se fosse evento espiritual, quando na real é transação comercial. E a gente, que nem bobo, compra o discurso junto com o ingresso.

O lado feio das tretas: Quando não é só marketing

Nem tudo é engraçado ou vendável nessa história. Tem treta que destrói gente. Bob Stinson, dos Replacements, nunca se recuperou de ser expulso da própria banda. Morreu sozinho, fodido, aos 35 anos. Syd Barrett saiu do Pink Floyd e passou o resto da vida como um fantasma do que foi. Brian Wilson, dos Beach Boys, teve colapso nervoso público enquanto Mike Love continuava tocando “Surfin’ USA” em cassino.

Tem histórias de músicos que morreram sem fazer as pazes com quem dividiu palco durante anos. Tem família que não se fala até hoje por causa de royalty mal dividido. Tem gente que perdeu casa, casamento, sanidade mental por causa de ego e dinheiro mal administrado.

E enquanto isso, a gente aqui de fora acha tudo muito rock’n’roll, muito autêntico. Romantizamos a autodestruição. Transformamos tragédia pessoal em anedota. “Ah, mas o Keith Richards sobreviveu!” Sim, Keith Richards sobreviveu. Mas quantos não sobreviveram e você nem sabe o nome?

Por que ainda nos importamos com essas histórias

Então por que a gente ainda liga pra essas histórias todas? Por que ficamos acompanhando quem brigou com quem, quem se reconciliou, quem continua se odiando?

Acho que é porque, no fundo, treta de banda é sobre relacionamento. E relacionamento é a coisa mais humana que existe. Você pega pessoas criativas, sensíveis, muitas vezes emocionalmente imaturas, tranca num estúdio ou numa van de turnê durante meses, adiciona drogas, álcool, pressão de gravadora, expectativa de fãs, dinheiro desigualmente dividido, ego inflado pela fama… e espera o quê? Que todo mundo se dê bem?

A gente se identifica porque todo mundo já teve aquele amigo que virou inimigo. Todo mundo já trabalhou com alguém que adorava mas que virou insuportável com o tempo. Todo mundo já teve parceria que começou brilhante e terminou em mágoa.

A diferença é que quando a gente briga com alguém, não vira manchete. Não tem fã-clube escolhendo lado. Não tem documentário na HBO. Mas a dor é parecida, o ressentimento é parecido, aquela sensação de “como é que chegamos aqui?” é a mesma.

As bandas só vivem isso em público, amplificado, com milhões de dólares em jogo e milhares de pessoas opinando.

As bandas que nunca brigaram (e por que ninguém fala delas)

E tem aquelas bandas que simplesmente… não brigam. Que se separam em bons termos, ou que conseguem ficar juntas décadas sem implodir. U2, por exemplo — pode não gostar da música (eu tenho ressalvas), mas aqueles caras estão juntos desde 1976. Mesma formação. Zero treta pública relevante.

Radiohead, mesma coisa. Pode ter tensão interna, claro, mas nada que vaze pra imprensa. Nada que vire circo. E curiosamente, essas bandas não geram a mesma quantidade de fofoca, de especulação, de interesse tablóide.

Porque no fim, a gente gosta do drama. A gente compra o ingresso pra ouvir “Creep”, mas secretamente torce pra Thom Yorke ter um chilique no palco. A gente quer a música, mas também quer o show de horrores.

E as bandas inteligentes perceberam isso. Perceberam que um pouco de conflito controlado mantém o nome nos jornais. Que uma declaração polêmica aqui, uma indireta ali, uma separação estratégica acolá… tudo isso é gerenciável. Tudo isso é monetizável.

O Oasis entendeu isso melhor que ninguém. A música é meio genérica, mas a briga? A briga é inesquecível.

Conclusão: Substância vs barulho no rock

Olha, no fim das contas, aqui vai o que aprendi ouvindo e lendo sobre essas histórias todas: treta faz parte. Pessoas criativas são pessoas intensas. Pessoas intensas trombam. Às vezes o atrito gera faísca genial. Às vezes só gera destroços.

O problema é quando a treta vira o produto. Quando o conflito é mais importante que a música. Quando você está menos preocupado em compor a próxima obra-prima e mais interessado em soltar a próxima declaração inflamada que vai viralizar.

Porque aí, convenhamos, você não é mais artista. É performer de reality show com guitarra.

E tá tudo bem gostar do circo — eu confesso que acompanho essas histórias com prazer quase culpado. Mas não vamos fingir que é tudo autêntico. Não vamos cair nessa de que cada reunião mirabolante é sobre “amor à música” quando claramente é sobre olhar a conta bancária e perceber que aquela hipoteca em Hampstead não vai se pagar sozinha.

As melhores bandas deixaram música que sobrevive à treta. Os Beatles, mesmo destroçados, deixaram um catálogo que define cultura popular. Os Pixies influenciaram gerações de bandas alternativas. Tears for Fears fez discos que ainda soam frescos quarenta anos depois.

O Oasis? Bem, o Oasis deixou um monte de gente cantando desafinado em pub britânico. E duas turnês de reunião esgotadas, porque quando você vende a briga direito, o produto se vende sozinho.

Coloca um disco. Um disco bom. Dessas bandas que brigaram mas fizeram música de verdade. E esquece a treta por uns quarenta minutos.

Depois você pode voltar pro Twitter ver o Liam Gallagher xingando alguém. Mas pelo menos você vai saber diferenciar substância de barulho.

E isso, no final, é o que importa.

Se Você Ainda Tem Dúvida Que Treta Vende Mais Que Música, Dá Uma Olhada Nisso Aqui

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🎸 O Veredito Final: Marketing Genial ou Só Barulho Ensaiado?

Depois de desfilar por todas essas brigas, reuniões calculadas e dramas milionários, fica a pergunta que separa quem ouve música de quem consome produto:

Essas tretas todas eram autênticas ou só combustível pra manter o nome da banda nos trending topics?

Você acredita mesmo que os irmãos Gallagher se odiavam tanto assim ou é tudo teatro pra vender ingresso? Acha que os Beatles teriam se separado se a grana continuasse entrando igual? E no fundo, você prefere a música ou o circo que vem junto?

Desce pro play nos comentários — mas traga argumentos sólidos. Se vier dizer que “toda treta é real porque artista sofre muito”, já aviso que seu nível de inocência tá preocupante. 😏

⚠️ Aviso aos românticos do rock: Comentários defendendo que “reunião do Oasis é sobre amor pela música” ou que “artista não pensa em dinheiro” serão ignorados com a mesma indiferença que o Liam Gallagher tem por afinação vocal. Aceite o cinismo, entenda o jogo e comente com lucidez.

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